Ana Paula Matos deixa a SECULT com uma grande gestão realizada

Credito de Imagem: Google

A vice-prefeita de Salvador, Ana Paula Matos, deixou o comando da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult) após pouco mais de um ano à frente da pasta, encerrando um ciclo marcado por avanços significativos que ajudaram a reposicionar a capital baiana no cenário internacional do turismo e da cultura. Durante sua gestão, iniciada em fevereiro de 2025, Ana Paula conduziu uma série de ações estratégicas que fortaleceram a cultura como eixo de desenvolvimento econômico e ampliaram a visibilidade de Salvador no Brasil e no exterior. Entre os resultados mais expressivos está o crescimento de 10,7% na chegada de turistas estrangeiros, impulsionado por investimentos em promoção internacional e pela ampliação da malha aérea, incluindo o voo direto Salvador–Panamá.  Além do desempenho no turismo, a gestão também promoveu uma reestruturação importante na área cultural. Houve requalificação de equipamentos públicos, ampliação das programações em museus e incentivo à ocupação de espaços culturais pela população. Projetos como o Viver Salvador, o Arraiá da Prefs e a criação do Mundo Encantado da Criança contribuíram para dinamizar o calendário cultural e fortalecer a formação cultural desde a base. Outro destaque foi o fortalecimento da identidade cultural da cidade, especialmente com a valorização da cultura afro-brasileira por meio do programa Salvador Capital Afro, que ganhou projeção nacional e internacional. A descentralização das políticas culturais, com iniciativas como o Boca de Brasa, também ampliou o acesso à cultura nos bairros e territórios da cidade. Os impactos dessas ações se refletiram diretamente nos grandes eventos. O Carnaval de Salvador manteve sua posição como o maior do país em fluxo turístico e impacto econômico, enquanto o verão da cidade foi considerado o maior da história, com 2,6 milhões de visitantes e geração de R$ 5,8 bilhões em receita. Com a saída de Ana Paula, quem assume a Secult é o então subsecretário Alexandre Reis, dando continuidade às políticas estruturadas ao longo do período.

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